ESTUDOS PORTUGUESES
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        • IV. A origem das Cortes e a representação dos Concelhos
        • V. O caráter consultivo das Cortes e a soberania Real
        • VI. O pacto fundamental e a legitimidade da Monarquia
        • VII. Reflexões sobre o Estado, a Nação e o Pacto na Tradição Política Portuguesa
        • VIII. O Absolutismo, o Pombalismo e a Reação Tradicionalista
        • IX. A Legitimidade Dinástica e Institucional na História Portuguesa
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Ex Oriente Lux !

António Sardinha
1913 - [assinou "António de Monforte"] - "Ex Oriente Lux!", in Dionysos - Revista mensal de filosofia, ciência e arte, Coimbra, Série 2, nº 1, Fevereiro de 1913, pp. 1-3.
Este texto do jovem António Sardinha apresenta uma reflexão sobre a evolução das civilizações, começando com a migração das primeiras caravanas desde os planaltos sagrados em direção ao Ocidente, uma terra cheia de mistérios e desafios. Descreve como os antigos homens se estabeleceram e espalharam sabedoria e cultura ao longo do tempo. A Ásia é apresentada como a fonte inicial de claridade e conhecimento, com a deusa Ásia simbolizando a iluminação trazida por Prometeu.
Com o passar dos séculos, o conhecimento desloca-se para o Ocidente, onde o pôr do sol representa tanto o fim quanto um novo começo. O texto enfatiza que é do Ocidente que surgirá uma nova voz de reconciliação e transformação espiritual. Apesar dos tempos difíceis, o Ocidente é visto como a região que resistiu e que dará origem a uma nova era de iluminação e união, simbolizada pela futura catedral, maior e mais elevada, onde a humanidade se encontrará em harmonia.

Fotografia
QUANDO a primeira caravana desceu dos planaltos sagrados, á hora do baptismo do Mundo, foi para o Ocidente, terra dolorosa e pensativa sobre um mar de sombra e terrores, que ella se encaminhou com vagares processionaes. E ora entregues ao ritmo largo das aguas, ora através dos continentes hostis, os Deuses e os Homens, as Sensações e as Formas, numa infancia magnífica, lentamente acompanharam o Sol que, vindo d'aonde o estranho cortejo vinha, um dia o vira agradecer ao pé dos grandes rios num ignorado país de maravilha.

A cobra divina levou séculos a apertar a Terra num abraço simbólico, conforme a velha crença da serpente mordendo a cauda em signal de reviviscencia eterna das coisas. E no sulco aberto pela marcha sacerdotal, pela theoria solene, os lares se alevantaram, as aras ficaram erguidas, perguntaram-se os supremos segredos, conheceram-se as verdades augustas. O arado da Morte revolvia o chão fecundado pelo milagre espantoso, e a seara rebentava sempre, e cada vez maior, enquanto a semente continuava a descer dos planaltos sagrados.

Chama-se Asia no poema de Shelley a esposa de Prometeu. Fonte perene da claridade, da Asia-Mãe, como d'una teta celeste, o banho lustral escorria. E se Prometeu nos arrancara da escuridão da argila, incendiando-nos na flama roubada, quem é que poderia ser a sua companheira senão essa Asia que nos amamentava com uma bebida de misterio, com um leite transfigurador?!

D'olhos cravados na janela mística do Firmamento em que a manhã se anuncia, Ex Oriente lux! invocavam as gerações em adoração. Mas com a aurora que rompe não rompem já os Deuses numa infancia magnifica, a ensinar aos Homens as Sensações e as Formas. As portas do Santuario cerraram-se com fragor, a cobra divina exilou-se, acabam as pytonisas numa cama de hospicio, o Verbo emudeceu, não n'os tornou a ouvir ninguem !

Ha-de ser do Ocidente agora, - confessa-o minha fé! — ha-de ser do Ocidente agora que a palavra altissima da Iniciação se elevará — do Ocidente onde a agonia do Sol se dramatisa em marés vivas de sangue, onde a immolação tremenda do titan se envolve numa apocalypse de treva e assombro! Sobre o deserto áspero das Almas o Vento-do-Espírito ha-de assoprar da terra dolorosa e pensativa, á beira do rio Oceano, aonde Ulysses subiu, por conselho de Circe, a propiciar os Manes, porque o País dos mortos, o Orco terrivel, era aonde ficava. A Luz que em cada arrebol cresce do Levante numa apotheose é no Ocidente que ella expira para renascer ao dia seguinte mais bela, mais desejada. Todas as Ideas, todas as Sensações, todas as Formas, do Oriente avançaram como a Luz, e como a Luz, aqui, na terra dolorosa e pensativa, sofrêram a tortura, padecêram o esquecimento. Do martirio dum Deus sempre uma religião nasceu, um túmulo é sempre a pedra primeira dum altar. E a hora chegou em que da derrocada final uma voz de Reconciliação se vae erguer. A melodia de Orpheu anima as ossadas desfeitas, a cithara mágica de Amphion congrega os colunelos dispersos. Homens, não choreis a morte da Luz!

Vae o Ocidente falar, — a terra dolorosa e pensativa, que no sonho voado da catedral soube vencer as Alturas, sem que a mão do Senhor lhe castigasse o arrojo. E que a nova torre não tinha por alicerce o orgulho que enchera os obreiros de Babel, servira-lhe a Piedade de pedra e cal, com as lagrimas da Expiação se lhe amassava a alvenaria. E o Ocidente, filho de bardos e de adivinhas, numa alquimia de milagre a alargou em simpatia, em Atração, emquanto um valdevinos, ao Deus-dará da Fortuna - só a Senhora Pobreza o quiz para marido - cantando e rindo, falava da paz ás Doze Tribus em guerra.

A guerra se suspendeu, um principio de aleluia resoou nos Espaços, argentino e fluido, como a cantiga aeria das Espheras. Floriram roseiras secas, as charnecas foram pão, hostia pura. Mas o eco amoravel depressa se esmaeceu no coração das babilonias desvairadas e as estradas do Mundo viram-se cobertas de peregrinos sem norte á cata duma pousada.

Estão vasios os sacrarios, a tripeça profética já se não convulsiona com as nossas interrogações. Mas o Ocidente vae falar, o Vento-do-Espirito ha-de assoprar sobre o deserto aspero das Almas.
O Verbo, resurgido ao terceiro dia, reúne os fieis na mesma esperança, uma outra catedral, maior, mais voada, se desenha e constroe. Vagner é o mestre e que combinou o risco da obra, a Musica a casa-futura em que o Homem-Humanidade se encontrará com seus irmãos.

Ex oriente lux! invoco eu ainda, como as antigas gerações em adoração. Mas não é no ponto sagrado em que a manhã se anuncia que os meus olhos se cravam. Cravam-se agora na janela mística da tarde, no Ocidente doloroso e pensativo, porque onde tudo acaba é que tudo começa, di-lo a serpente mordendo a cauda.

1913.

António de Monforte

1913_-_antónio_sardinha_-_ex_oriente_lux_-_dionysos_-_1_-_fevereiro.pdf
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​​...nós não levantaríamos nem o dedo mínimo, se salvar Portugal fosse salvar o conúbio apertado de plutocratas e arrivistas em que para nós se resumem, à luz da perfeita justiça, as "esquerdas" e as "direitas"!

​​- António Sardinha (1887-1925) - 
Fotografia

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