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        • I. A origem e a natureza da realeza tradicional portuguesa
        • II. O caráter orgânico e democrático da monarquia medieval portuguesa
        • III. A formação das instituições representativas e o papel das Cortes
        • IV. A origem das Cortes e a representação dos Concelhos
        • V. O caráter consultivo das Cortes e a soberania Real
        • VI. O pacto fundamental e a legitimidade da Monarquia
        • VII. Reflexões sobre o Estado, a Nação e o Pacto na Tradição Política Portuguesa
        • VIII. O Absolutismo, o Pombalismo e a Reação Tradicionalista
        • IX. A Legitimidade Dinástica e Institucional na História Portuguesa
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        • XI. Crise do Estado, Crítica ao Individualismo e Perspectivas de Renovação
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        • Cabeça de Europa [in "A Aliança Peninsular"]
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Que todos tragam bem nítida no espírito e na alma, a antevisão do que mais convém ao serviço da Pátria. Primeiro do que nós, está ela, a Pátria, e se não vivermos para amá-la e servi-la, será preferível morrer. 

​
- Alberto Monsaraz in Altura solar.
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Alberto Monsaraz, 1889-1959

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Alberto Monsaraz com António Sardinha e Luís de Almeida Braga, no exílio, em 1920.

"A sua atitude em Monsanto (1919) foi admirável. Em certa altura do combate, Monsaraz observou os adversários e viu que era o Povo que subia a montanha. Então o conde de Monsaraz exclamou. "É o Povo, não se bate no Povo!" E atirou com a espingarda ao chão. Poeta e nobre."

(1975 - Francisco Rolão Preto - Entrevista - "Não, não e não")

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Para uma bibliografia de Alberto de Monsaraz, um dos fundadores do Integralismo Lusitano
 
Nota: Alberto de Monsaraz também assinou como 2.º Conde de Monsaraz. Era filho de António de Macedo Papança, poeta parnasiano e 1.º conde de Monsaraz, e de sua mulher, Amélia Augusta Fernandes Coelho Simões. Escreveu também sob o pseudónimo de Évora Macedo.

1901
Início da colaboração na revista Serões.
 
1909
Romper d'alva, 1906-1908, Lisboa, Livraria Clássica Editora de A.M. Teixeira, 1909.
 
1911
Sol creador, 1909-1910, Lisboa, A.M. Teixeira, 1911.
Início da colaboração na revista A Sátira.
 
1912
Elegia dos reis, Paris / Lisboa, Aillaud / Alves, 1912.
 
1914
Na graça de Deus, Lisboa, 1912-1913. (Tip. do Anuário Comercial. No cólofon: 1914.)
 
1914
É o Director da 1.ª série da revista Nação Portuguesa. (Números 1 a 11, de Abril de 1914 a Abril de 1916.):
“Política Exterior. Um Sonho Imperialista”, Nação Portuguesa, n.º 1, Abril de 1914, pp. 28-30.
"O nosso rei", Nação Portuguesa, nº 3, Junho de 1914, pp. 67-69. 

1915
Início da colaboração na revista Contemporânea.
"Ramalho Ortigão", Nação Portuguesa, nº 9, Outubro de 1915.

1916
Editor de Cartilha monárquica. Lisboa, 1916 (Tip. do Anuário Comercial). 2.ª ed. 1919 (Tip. Soares & Guedes); 3.ª ed. 1920 (Tip. Soares & Guedes).
Início da colaboração na Revista de Turismo, publicação quinzenal de turismo, propaganda, viagens, navegação, arte e literatura (Lisboa).
"Caminho andado", Nação Portuguesa, nº 12, Novembro de 1916.

1917
Director de A Monarquia, Diario integralista da tarde.
"A caminho", Tradição, nº 1, 15 de Maio de 1917.

1918
"Ressentimentos", A Monarquia - Diário Integralista da Tarde, Lisboa, ano I, n. 354, 15 de Maio de 1918, p. 1.
1919
Editor de Cartilha do operário, Lisboa, 1919 (Tip. Soares & Guedes). 2.ª ed., 1920. 3.ª ed. 1921.
 
1920
Da saudade e do amor, Lisboa , Livraria Clássica Editora, de A.M. Teixeira, 1920.
 
1923
La muse intrépide, Paris, Société des Editions Fast, 1923.
 
1927
Cantos portugueses [Música impressa]. Versos de Alberto Monsaraz, música de Laura Wake Marques. Partitura. Dedicado a Isabel de Mello Breyner. - Pombas . - Canção (A moreninha). 1927. [Cf. tb. Moreninha… [Música impressa]: Serenata para canto, música de Alberto Sarti, versos de Alberto Monsaraz (do livro Romper d'alva). Edição Neuparth, Melodias, Lisboa, Neuparth & Carneiro, s.d. Partitura.]
 
1928
Supremo diálogo - Elegia a António Sardinha, Lisboa.

1933
Nós...Sempre!, A Tribuna, Newark, EUA, 13 de Abril de 1933.

1934
O Reverso da Medalha, com Francisco Rolão Preto, 25 de Outubro de 1934.

1940
A verdade monárquica: considerações de um jornalista sobre os reis, a crítica e a historia, seguidas de "o caso português", Lisboa, Restauração, 1940. Outra edição: Lisboa, Restauração, 1958.
 
1941
Versos do Dr. Alberto de Monsaraz para a festa dos condiscípulos do curso jurídico de 1906-1911 no 30.º aniversário da formatura, Coimbra, Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, 1941.
 
1945
Altura solar: marcando posição, Lisboa, Pro Domo, 1945.
 
1946
Respiração mental: o problema da censura, Lisboa, 1946. (Tip. Oficinas Gráficas Pax, Braga.) 2.ª ed., Lisboa, 1972 (Biblioteca do pensamento político, Cadernos, 4).

1947
"Trinta Anos Depois", in Ramalho Ortigão, Carta de um Velho a um Novo, Lisboa, 1947.

1951
Céus, Lisboa, Livraria Férin, 1951.
Coimbra cheia de graça, Coimbra, Coimbra Editora, 1951.
 
1956
Cesário Verde e Macedo Papança, Lisboa, 1956. Separata de Revista Municipal, n.º 66.
Reino de Portugal, Lisboa, Revista Occidente, 1956.
 
1957
Justiça exemplar: no centenário de Fialho de Almeida, Beja, Separata do Diário do Alentejo, 1957. Uma carta das que mordem, Beja, Diário do Alentejo, 1957. Homenagem do Diário do Alentejo à Glória de Fialho de Almeida no 1.º Centenário do seu nascimento.
 
1958
Colaboraçao em Poesía y cultura Luso-Hispanas, Badajoz, Arqueros, 1958, pp. 53-54 (?).
"Integralismo - 1914 / A propósito da morte de Fernando Campos", O Debate, Lisboa, 6 de Dezembro de 1958.
 
1959
No centenário de Lourdes, Lisboa, 1959. (Separata de Revista Occidente, v. 55 (1958).)



​Bibliografia passiva de Alberto Monsaraz


Luís de Almeida Braga, Alberto de Monsaraz no jardim das rimas, Vila Nova de Famalicão, 1952. Separata da revista Gil Vicente, vol. 3, s. 2 (1952).

Henrique Martins de Carvalho, O poeta Alberto de Monsaraz, Lisboa, 1963. (Separata de Rumo, 7.)

António Manuel Couto Viana, "Alberto de Monsaraz", Colegial de Letras e Lembranças, Lisboa, Universitária, 1994, pp. 21-25.

Nuno Simão Miranda Guerra da Silva Ferreira, O pensamento integralista de Alberto de Monsaraz, texto policopiado, tese de mestrado em História Contemporânea, Universidade de Lisboa (Lisboa, 2001).

António Ventura, "Dois homens livres: António Sérgio e Alberto de Monsaraz", Forum 32, Jul.-Dez. 2002, pp. 317-336.

Nuno Simão Ferreira, Alberto de Monsaraz e o integralismo lusitano: pensamento e acção, Lisboa, Universidade Lusíada, 2005. [Separata darevista Lusíada. História, 2.ª série, n.º 2 (2005), pp. 255-308.]

Nuno Simão Ferreira, Alberto de Monsaraz e a vaga dos nacionalismos e dos radicalismos político-autoritários europeus do pós-I Guerrra Mundial: um rumo até ao fascismo, Lisboa, Universidade Lusíada, 2007. [Separata da revista Lusíada, s. II, n.º 4 (2007), pp. 269-337.] 

Nuno Simão Ferreira, O reinado de D. Carlos segundo as visões historiográficas de João Pinheiro Chagas, de Júlio de Vilhena e de Alberto de Monsaraz, Lisboa, Comissão Portuguesa de História Militar, 2008. [Separata de Colóquio de História Militar, 13 (2008), Lisboa, pp. 407-464.]

Nuno Simão Ferreira, A I República e os integralistas: a visão de Alberto de Monsaraz, Lisboa, Universidade Lusíada, 2009. [Separata da revista Lusíada, série II, números 5-6 (2009), pp. 239-293.]
​

[M.V.C.]

Transcrição manuscrita do Poema "Monsanto" (1919) de Alberto de Monsaraz, mantida como preciosidade e transmitida no seio de uma família portuguesa.

Documento digital gentilmente cedido por Maria João Castro, descendente de Ermelinda Norton de Matos, nascida em Goa, em 1900, sobrinha do general Norton de Matos.
Fotografia
Monsanto, 1919 - Poema de Alberto de Monsaraz, I
Fotografia
Monsanto, 1919 - Poema de Alberto de Monsaraz (II)
O que é que a reprodução manuscrita deste Poema de Alberto de Monsaraz, e sua preservação nesta família portuguesa, nos diz?  - Diz-nos que este poema, escrito no Hospital de S. José, em 1919, onde foi internado gravemente ferido por estilhaço de granada nos combates de Monsanto, teve grande significado para quem o reproduziu e guardou, para mais numa época em que os livros e outras publicações de autores monárquicos eram proibidos de circular e eram, por vezes, queimados - aconteceu ao jornal A Monarquia, de que Alberto de Monsaraz foi director, com bandos de agitadores assaltando os ardinas que os apregoavam e tentavam vender nas grandes cidades (ver acerca do encerramento do jornal:  https://www.estudosportugueses.com/1921-01-07---encerramento-do-diaacuterio-a-monarquia.html ).
​​...nós não levantaríamos nem o dedo mínimo, se salvar Portugal fosse salvar o conúbio apertado de plutocratas e arrivistas em que para nós se resumem, à luz da perfeita justiça, as "esquerdas" e as "direitas"!

​​- António Sardinha (1887-1925) - 
Fotografia

​www.estudosportugueses.com​

​2011-2025
​
[sugestões, correções e contributos: [email protected]]