Marcelino Menéndez y Pelayo, 1856-1912
Marcelino Menéndez y Pelayo faleceu em 19 de maio de 1912, e Adolfo Bonilla, seu amigo e responsável pela edição definitiva de suas obras, tornou-se de fato o herdeiro académico de sua memória: como professor de História da Filosofia, publicou "A Filosofia de Menéndez y Pelayo" na Revista de Archivos, Bibliotecas e Museus (Madrid 1912, XVI:60-85), leu o discurso "A representação de Menéndez y Pelayo na vida histórica nacional", na sessão realizada em honra do ilustre Maestro pelo Ateneo em 9 de novembro de 1912, no segundo aniversário da sua morte, a Academia de História encomendou-lhe a escrita de um obituário e Adolfo Bonilla publicou, como número extraordinário do Boletim da Real Academia de História, uma interessante biografia do seu professor: Marcelino Menéndez y Pelayo (1856-1912) (Academia Real de História, Madrid, maio de 1914, 274 páginas; de 173 a 261 oferece uma versão mais completa da "Bibliografia de Menéndez Pelayo", tarefa que Bonilla já tinha tentado em publicações anteriores de 1906, 1907, 1911 e 1912); quando em 20 de agosto de 1919 a Sociedade Menéndez Pelayo realizou seu primeiro evento público, em Santander, um ato que contou com a presença do rei Alfonso XIII, Adolfo Bonilla, o hispanista americano Rodolfo Schevill e Don Enrique Menéndez Pelayo; Adolfo Bonilla foi contratado em 1921 para proferir o discurso por ocasião da colocação de uma lápide em memória de Menéndez Pelayo na fachada da Academia de História, &c.
Menéndez Pelayo na obra de António Sardinha