ESTUDOS PORTUGUESES
  • PORTugAL
    • 1129 - Palavra-Sinal "Portugal"
    • Pola : lei : e : pola : grei
    • Cruz da Ordem de Cristo
  • Democracia
    • Oligarquia e Corrupção
    • Outra Democracia
    • Município
  • Integralismo Lusitano
    • Os Mestres >
      • Santo Isidoro de Sevilha, c. 560-636
      • São Tomás de Aquino, 1224-1274
      • Francisco Suárez, 1548-1617
      • João Pinto Ribeiro, 1590-1649
      • Francisco Velasco de Gouveia, 1580-1659
      • Visconde de Santarém, 1791-1856
      • Almeida Garrett, 1799-1854
      • Alexandre Herculano, 1810-1877
      • Martins Sarmento, 1833-1899
      • Joaquim Nery Delgado, 1835-1908
      • Alberto Sampaio, 1841-1908
      • Eça de Queirós, 1845-1900
      • Joaquim Pedro de Oliveira Martins, 1845-1894
      • Ferreira Deusdado, 1858-1918
      • Ramalho Ortigão, 1836-1915 >
        • 1910 - Carta a Teófilo Braga, em 16 de Outubro
        • 1914 - Carta de um velho a um novo
      • Moniz Barreto, 1863-1896 >
        • 1892 - Oliveira Martins - Estudo de Psicologia, 2ª edição
      • Rocha Peixoto, 1866-1909
      • António Lino Neto, 1873-1934
    • Publicações aconselhadas, 1914-16
    • Integralismo Lusitano - Periódicos e Editoras
    • Afonso Lopes Vieira, 1878-1946 >
      • 1918 - O Encoberto (Poema)
      • 1922 - Em demanda do Graal
      • 1935 - Éclogas de agora
      • Quatro Cantares
    • Adriano Xavier Cordeiro , 1880-1919
    • Hipólito Raposo, 1885-1953
    • Luís de Almeida Braga, 1886-1970
    • António Sardinha, 1887-1925 >
      • SUPER FLUMINA BABYLONIS
      • No dia de Camões
      • 1916 - A Teoria da Nobreza
      • 1924 - A Teoria das Cortes Gerais >
        • 0. Preâmbulo
        • I. A origem e a natureza da realeza tradicional portuguesa
        • II. O caráter orgânico e democrático da monarquia medieval portuguesa
        • III. A formação das instituições representativas e o papel das Cortes
        • IV. A origem das Cortes e a representação dos Concelhos
        • V. O caráter consultivo das Cortes e a soberania Real
        • VI. O pacto fundamental e a legitimidade da Monarquia
        • VII. Reflexões sobre o Estado, a Nação e o Pacto na Tradição Política Portuguesa
        • VIII. O Absolutismo, o Pombalismo e a Reação Tradicionalista
        • IX. A Legitimidade Dinástica e Institucional na História Portuguesa
        • X. O Papel das Cortes na Monarquia Nova e a Representação dos Corpos Sociais
        • XI. Crise do Estado, Crítica ao Individualismo e Perspectivas de Renovação
      • 1924 - A Aliança Peninsular - Antecedentes e Possibilidades >
        • Assentando posições (conversa preliminar)
        • A unidade hispânica
        • O selo da raça
        • Genealogia de uma Ideia
        • A Pátria Portuguesa
        • Sebastianismo e Quixotismo
        • O lenço de Verónica [in "A Aliança Peninsular"]
        • Pecados velhos [in "A Aliança Peninsular"]
        • Quinas de Portugal [in "A Aliança Peninsular"]
        • Errata necessária [in "A Aliança Peninsular"]
        • A "lenda negra" [In "A Aliança Peninsular"]
        • Cabeça de Europa [in "A Aliança Peninsular"]
        • Estaremos decadentes? [in "A Aliança Peninsular"]
        • Se ainda é tempo! [in "Aliança Peninsular"]
        • "Mare nostrum"
      • Poesia
      • JUXTA CRUCEM
      • A Festa do Trabalho
      • A Rainha Santa
      • O Direito de Revolta
      • Pátria e Monarquia
      • O Sul contra o Norte
      • As quatro onças de oiro
      • Aljubarrota
      • Nun' Álvares
      • Santo António
      • Alcácer-Quibir
      • D. João IV
      • Os Jesuítas e as Letras
      • A "Lenda Negra" [ acerca dos Jesuítas ]
      • Ciência e Democracia
      • A tomada da Bastilha
      • A Monarquia de Julho
      • A retirada para o Brasil
      • Natal
      • O génio peninsular
      • O 'oitavo sacramento'
      • El-Rei D. Miguel
      • A 'Vila-Francada' [ 1823 ]
      • Évora-Monte [ 1834 ]
      • Um romântico esquecido [António Ribeiro Saraiva]
      • 24 de Julho
      • Com João Coutinho
      • 31 de Janeiro
      • Conde de Monsaraz
      • D. João V
      • O espírito universitário [ espírito jurídico ]
      • O problema da vinculação
      • Mouzinho da Silveira
      • A energia nacional
      • A voz dos bispos
      • O 'filósofo' Leonardo
      • Consanguinidade e degenerescência
      • Sobre uma campa
      • O velho Teófilo
    • Alberto Monsaraz, 1889-1959
    • Domingos de Gusmão Araújo, 1889-1959
    • Francisco Rolão Preto, 1893-1977
    • José Pequito Rebelo, 1893-1983
    • Joaquim Mendes Guerra, 1893-1953
    • Fernando Amado, 1899-1968
    • Carlos Proença de Figueiredo, 1901-1990
    • Luís Pastor de Macedo, 1901-1971
    • Leão Ramos Ascensão, 1903-1980
    • António Jacinto Ferreira, 1906-1995
    • José de Campos e Sousa, 1907-1980
    • Guilherme de Faria, 1907-1929
    • Manuel de Bettencourt e Galvão, 1908
    • Mário Saraiva, 1910-1998
    • Afonso Botelho, 1919-1996
    • Henrique Barrilaro Ruas, 1921-2003
    • Gonçalo Ribeiro Telles, 1922-2020
    • Rivera Martins de Carvalho, 1926-1964
    • Teresa Martins de Carvalho, 1928-2017
  • Quem somos
  • Actualizações
  • PORTugAL
    • 1129 - Palavra-Sinal "Portugal"
    • Pola : lei : e : pola : grei
    • Cruz da Ordem de Cristo
  • Democracia
    • Oligarquia e Corrupção
    • Outra Democracia
    • Município
  • Integralismo Lusitano
    • Os Mestres >
      • Santo Isidoro de Sevilha, c. 560-636
      • São Tomás de Aquino, 1224-1274
      • Francisco Suárez, 1548-1617
      • João Pinto Ribeiro, 1590-1649
      • Francisco Velasco de Gouveia, 1580-1659
      • Visconde de Santarém, 1791-1856
      • Almeida Garrett, 1799-1854
      • Alexandre Herculano, 1810-1877
      • Martins Sarmento, 1833-1899
      • Joaquim Nery Delgado, 1835-1908
      • Alberto Sampaio, 1841-1908
      • Eça de Queirós, 1845-1900
      • Joaquim Pedro de Oliveira Martins, 1845-1894
      • Ferreira Deusdado, 1858-1918
      • Ramalho Ortigão, 1836-1915 >
        • 1910 - Carta a Teófilo Braga, em 16 de Outubro
        • 1914 - Carta de um velho a um novo
      • Moniz Barreto, 1863-1896 >
        • 1892 - Oliveira Martins - Estudo de Psicologia, 2ª edição
      • Rocha Peixoto, 1866-1909
      • António Lino Neto, 1873-1934
    • Publicações aconselhadas, 1914-16
    • Integralismo Lusitano - Periódicos e Editoras
    • Afonso Lopes Vieira, 1878-1946 >
      • 1918 - O Encoberto (Poema)
      • 1922 - Em demanda do Graal
      • 1935 - Éclogas de agora
      • Quatro Cantares
    • Adriano Xavier Cordeiro , 1880-1919
    • Hipólito Raposo, 1885-1953
    • Luís de Almeida Braga, 1886-1970
    • António Sardinha, 1887-1925 >
      • SUPER FLUMINA BABYLONIS
      • No dia de Camões
      • 1916 - A Teoria da Nobreza
      • 1924 - A Teoria das Cortes Gerais >
        • 0. Preâmbulo
        • I. A origem e a natureza da realeza tradicional portuguesa
        • II. O caráter orgânico e democrático da monarquia medieval portuguesa
        • III. A formação das instituições representativas e o papel das Cortes
        • IV. A origem das Cortes e a representação dos Concelhos
        • V. O caráter consultivo das Cortes e a soberania Real
        • VI. O pacto fundamental e a legitimidade da Monarquia
        • VII. Reflexões sobre o Estado, a Nação e o Pacto na Tradição Política Portuguesa
        • VIII. O Absolutismo, o Pombalismo e a Reação Tradicionalista
        • IX. A Legitimidade Dinástica e Institucional na História Portuguesa
        • X. O Papel das Cortes na Monarquia Nova e a Representação dos Corpos Sociais
        • XI. Crise do Estado, Crítica ao Individualismo e Perspectivas de Renovação
      • 1924 - A Aliança Peninsular - Antecedentes e Possibilidades >
        • Assentando posições (conversa preliminar)
        • A unidade hispânica
        • O selo da raça
        • Genealogia de uma Ideia
        • A Pátria Portuguesa
        • Sebastianismo e Quixotismo
        • O lenço de Verónica [in "A Aliança Peninsular"]
        • Pecados velhos [in "A Aliança Peninsular"]
        • Quinas de Portugal [in "A Aliança Peninsular"]
        • Errata necessária [in "A Aliança Peninsular"]
        • A "lenda negra" [In "A Aliança Peninsular"]
        • Cabeça de Europa [in "A Aliança Peninsular"]
        • Estaremos decadentes? [in "A Aliança Peninsular"]
        • Se ainda é tempo! [in "Aliança Peninsular"]
        • "Mare nostrum"
      • Poesia
      • JUXTA CRUCEM
      • A Festa do Trabalho
      • A Rainha Santa
      • O Direito de Revolta
      • Pátria e Monarquia
      • O Sul contra o Norte
      • As quatro onças de oiro
      • Aljubarrota
      • Nun' Álvares
      • Santo António
      • Alcácer-Quibir
      • D. João IV
      • Os Jesuítas e as Letras
      • A "Lenda Negra" [ acerca dos Jesuítas ]
      • Ciência e Democracia
      • A tomada da Bastilha
      • A Monarquia de Julho
      • A retirada para o Brasil
      • Natal
      • O génio peninsular
      • O 'oitavo sacramento'
      • El-Rei D. Miguel
      • A 'Vila-Francada' [ 1823 ]
      • Évora-Monte [ 1834 ]
      • Um romântico esquecido [António Ribeiro Saraiva]
      • 24 de Julho
      • Com João Coutinho
      • 31 de Janeiro
      • Conde de Monsaraz
      • D. João V
      • O espírito universitário [ espírito jurídico ]
      • O problema da vinculação
      • Mouzinho da Silveira
      • A energia nacional
      • A voz dos bispos
      • O 'filósofo' Leonardo
      • Consanguinidade e degenerescência
      • Sobre uma campa
      • O velho Teófilo
    • Alberto Monsaraz, 1889-1959
    • Domingos de Gusmão Araújo, 1889-1959
    • Francisco Rolão Preto, 1893-1977
    • José Pequito Rebelo, 1893-1983
    • Joaquim Mendes Guerra, 1893-1953
    • Fernando Amado, 1899-1968
    • Carlos Proença de Figueiredo, 1901-1990
    • Luís Pastor de Macedo, 1901-1971
    • Leão Ramos Ascensão, 1903-1980
    • António Jacinto Ferreira, 1906-1995
    • José de Campos e Sousa, 1907-1980
    • Guilherme de Faria, 1907-1929
    • Manuel de Bettencourt e Galvão, 1908
    • Mário Saraiva, 1910-1998
    • Afonso Botelho, 1919-1996
    • Henrique Barrilaro Ruas, 1921-2003
    • Gonçalo Ribeiro Telles, 1922-2020
    • Rivera Martins de Carvalho, 1926-1964
    • Teresa Martins de Carvalho, 1928-2017
  • Quem somos
  • Actualizações
Search by typing & pressing enter

YOUR CART

Imagem
Hipólito Raposo, 1885-1953

Como quem cumpre um destino, continuaremos a avançar. Se temos razão, sigam-nos; se não a temos, emendem-nos para nos rendermos à verdade. 

​- Hipólito Raposo

Advogado, escritor, historiador e político, natural de S. Vicente da Beira, foi um dos mais destacados dirigentes do Integralismo Lusitano.

Começou a sua carreira profissional como professor de Geografia no Liceu Passos Manuel (1911-12) e como professor de Filosofia Geral das Artes no Conservatório de Lisboa (1912-). Em 1914, participou na preparação e lançamento da revista Nação Portuguesa e, no ano seguinte, proferiu a conferência A Língua e a Arte no âmbito do ciclo de conferências sobre A Questão Ibérica na Liga Naval de Lisboa, em que apresenta uma profunda análise das diferenças e especificidades culturais, linguísticas, literárias e artísticas de Portugal e Espanha, concluindo que uma união ibérica seria realizar "o absurdo de fundir uma gota de sangue com uma lágrima."

A Hipólito Raposo, mais tarde secretário da organização política do Integralismo Lusitano (1916-1933), se devem as primeiras exposições dos conceitos fundamentais do seu ideário político, em artigos como "A voz do profeta" (acerca do municipalismo de Alexandre Herculano), Natureza da Representação e Conceito Nacional de Soberania. 

Em 1919, era director do jornal A Monarquia quando desempenhou destacado papel no pronunciamento monárquico de Monsanto, vindo a ser demitido de todos os cargos públicos, julgado no Tribunal Militar de Santa Clara por "crime de imprensa" e a cumprir pena de prisão em S. Julião da Barra (1920). Afonso Lopes Vieira vestiu então a toga de advogado, pela primeira e única vez, em defesa do seu amigo. Exerceu advocacia em Angola (1922-23).

Reintegrado como professor no Conservatório (1926), defendeu a recusa de colaboração dos monárquicos à União Nacional (partido único) e ao regime do "Estado Novo", acabando por ser de novo demitido de todos os cargos públicos, e deportado para os Açores, na sequência da virulenta denuncia da "Salazarquia" que fez no livro Amar e Servir (1940). Subscreveu a reactualização doutrinária integralista Portugal restaurado pela Monarquia (1950).

Da sua produção como escritor integralista, merece ainda destaque o ensaio que escreveu acerca da distinta matriz doutrinária do Integralismo Lusitano e do nacionalismo francês da Action française (Dois nacionalismos, 1929), bem como a conferência A Reconquista das Liberdades (1930), onde sintetizou o programa político do Integralismo Lusitano e procurou desfazer a miragem de messianismo salazarista que se anunciava.

​Ao concluir as suas memórias, escreveu em jeito de balanço: "Vida estéril, inútil para os outros e para mim, resta-me lamentar que estes trabalhos, penas e sacrifícios, de nada tenham servido para bem da comunidade nacional, vendo-me obrigado a reconhecer com melancolia a força de verdade do velho prolóquio: quem serve ao comum, não serve a nenhum."
​

Outras obras: Sentido do Humanismo, 1914; Aula Régia, 1936; Pátria Morena, 1937; Direito e Doutores na Sucessão Filipina, 1938; Mulheres na Conquista e Navegação, 1938; D. Luísa de Gusmão, 1947; Folhas do Meu Cadastro, 1º Volume (1911-1925), 1940, Idem, 2º Volume (1926-1952), 1986.

José Manuel Quintas

Fotografia
"A atriz siciliana Mimi Aguglia", desenho de I. Valerio (1910), in "Pátria Nova", nº 34, 20 de Janeiro de 1910, p. 1.

Para uma bibliografia de José Hipólito Vaz Raposo
 
1910
  • "A tragédia", Pátria Nova - Semanário Monárquico Académico, Coimbra, nº 34, 20 de Janeiro de 1910, p. 1.
  • "Mimi Aguglia", Pátria Nova - Semanário Monárquico Académico, Coimbra, nº 34, 20 de Janeiro de 1910, p. 2.
  • Coimbra doutora, com prefácio de Júlio Dantas, Coimbra, F. França Amado, 1910.
  • Prefácio a Poesias premiadas: jogos floraes de Salamanca, Coimbra, F. França Amado, 1910.
 
1911
  • Boa Gente, Coimbra, F. França Amado, 1911.
 
1912
  • Palavras sobre a expressão no teatro, dissertação para concurso à cadeira de filosofia geral das artes, Lisboa, Universal, 1912.
 
1913
  • Livros de Horas, 1908-1911, Coimbra, F. França Amado, 1913.
  • Colaboração, em António Tomás Pires: 1850-1913, Elvas, Comissão Central de Homenagem a A. Tomás Pires, 1913.
 
1914
  • Sentido do Humanismo, tese para concurso à Faculdade de Letras de Lisboa no grupo de Filologia Românica, Coimbra, França Amado, 1914.
  • "Resposta do Sr. Dr. Hipólito Raposo", in João do Amaral, Aqui d'El-Rei!, nº 2, 20 de Fevereiro de 1914, pp. 22-26.
  • Ilustrações, em Primeira lições: contos infantis, de Emília de Sousa Costa, Lisboa, Livraria Clássica de A.M. Teixeira, 1914.
  • "A voz do profeta" [Alexandre Herculano], Nação Portuguesa, nº 2, Maio de 1914, pp. 33-37.
  • "Natureza da Representação", Nação Portuguesa, nº 5, Novembro de 1914, pp. 133-137. 
  • "Humanismo e Nacionalidade", Nação Portuguesa, nº 6, Dezembro de 1914, pp. 170-175 (reproduz capítulo do livro Sentido do Humanismo, pp. 31-52).

1915
  • A Língua e a Arte (Maio de 1915) in A Questão Ibérica, Lisboa, 1916.
  • "Conceito Nacional de Soberania", Nação Portuguesa, nº 9, Outubro de 1915, pp. 274-278.

1916
  • "Pensamento político de Eça de Queirós" (Junho de 1916), Nação Portuguesa, nº 12, Novembro de 1916, pp. 377-381.
 
1917
  • Outro mundo, Coimbra, F. França Amado, 1917. Outra edição: Outro mundo: lembranças da terra e dos homens, Fundão, Câmara Municipal, 2003.

1918
  • Ana Maria, peça em um acto, Coimbra, F. França Amado, 1918. [Representada pela 1.ª vez no Teatro da República, em Lisboa, em 6 de Abril de 1918.]

1919
  • 1919-01-14 - Memorandum para Aires de Ornelas - "Go on! Palavras d'El-Rei"​
 
1921
  • Caras e corações, 1912-1920, Lisboa/Porto/Coimbra, Lumen, 1921.
 
1922
  • "Duas camisas" in Eça de Queiroz - In Memoriam, organizado por Eloy do Amaral e Cardoso Mata. Lisboa: Parceria Pereira, 1922, pp. 155-157.
  • ​"Vivunt mortui tui — Excerto da Seara Nova", Nação Portuguesa, 2ª série, nº 6, Dezembro de 1922.
  • Seara Nova, romance, Lisboa/Porto/Coimbra, Lumen, 1922.
 
1926
  • Ana a Kalunga: os filhos do mar, Lisboa, 1926. (Tip. Ottosgráfica.)
  • "Sede de absoluto", Nação Portuguesa, 3ª série, 1926, pp. 414-421.
 
1928
  • O berço, drama da serra em três actos, desenhos de Norberto Correia, Lisboa, Livraria Universal de Armando J. Tavares, 1928.
  • Prefácio, Labaredas de sonho, de Rodrigo Rodrigues dos Santos, Lisboa, 1928. (Tip. Elite.)
 
1929
  • Colaboração, em Devagar, de António Pedro, Lisboa, 1929.
  • Dois nacionalismos. L'Action française e o Integralismo Lusitano, conferência de 1925, Lisboa, Ferin, 1929.
  • Um sorriso de Santo António, Lisboa, 1929. (Tip. União Gráfica)
  • O Poeta do Amor-Morte, Política, nº 1, 15 de Abril de 1929, p. 13. 

1930
  • A Reconquista das Liberdades, conferência, Porto, 1930. (Lit. Nacional.)
  • Discurso no Luso, 31 de Dezembro de 1930.

1931
  • La rebelión del instinto, Acción española (Madrid), nº 1, 15 de Dezembro de 1931, pp. 32-36 (28-36).
  • ​Santo António no Teatro Português, Guimarães, 1931. (Separata da revista Gil Vicente.)
 
1932-1934
  • Direcção de Integralismo lusitano: estudos portugueses, em colaboração com Luís de Almeida Braga.
  • Filologia política, Acción Española, Tomo I, nº 4, 1 de Fevereiro de 1932, pp. 408-412.
  • Reparos à Constituição

1933
  • Pedras para o Templo, Porto, Civilização, 1933.
  • "Lusitanidade", Integralismo Lusitano - Estudos Portugueses, Vol. II, Fasc. IV, Julho de 1933, pp. 218-228.
 
1934
  • Força e Beleza, conferência no Grémio Literário, Lisboa, 1934. (Tip. Ingleza.)
  • "O Pombal da Rotunda", Fradique, 15 de Março de 1934.
  • "A Paixão de Évora-Monte", A Voz, 26 de Maio de 1934.
 
1935
  • A Beira Baixa ao serviço da Nação, Lisboa, 1935.
  • Areias de Portugal: em que se contam alguns cativeiros de almas e outros casos de África, Porto, Civilização, 1935.
 
1936
  • Aula Régia, Porto, Civilização, 1936.
 
1937
  • Pátria Morena, Porto, Civilização, 1937.
 
1938
  • Mulheres na Conquista e Navegação, Porto, 1938. (Separata de Brotéria.)
  • Direito e Doutores na Sucessão Filipina, Porto, 1938. (Separata de Brotéria.)
 
1940
  • Amar e Servir - História e doutrina, Porto, Civilização, 1940.
 
1941
  • Painéis Quinhentistas de Santa Cruz da Graciosa, palestra no Museu das Janelas Verdes em 16 de Junho de 1941, Lisboa, Amigos do Museu, 1941.
  • Lagoa Escura, Porto, 1941. (Tip. Imprensa Portuguesa.)

1942
  • Descobrindo Ilhas Descobertas, Porto, Gama, 1942.

1944
  • Insurreição da Carne, Lisboa, Gama, 1944.
  • Prefácio, Vento sobre a charneca. Portugal de ontem, de hoje e de amanhã, de Álvaro Maia, Lisboa, Gama, 1944.
 
1945
  • Folhas do meu Cadastro - Volume I (1911-1925), Porto, Edições GAMA, 1945. [Continuado por Folhas do meu Cadastro, vol. 2: 1926-1952, Lisboa, 1986.]
  • O Príncipe Real, Lisboa, 1945. (Tip. Portuguesa.)


1946
  • Estudo da nova edição de Braquilogia de príncipes, de Jacinto de Deus, Porto, 1946. (Tip. Imprensa Portuguesa.)
 
1947
  • Dona Luísa de Gusmão, Duquesa e Rainha, 1613-1666, Lisboa, Empresa Nacional de Publicidade.
  • Modos de ver, Lisboa, Gama, 1947.
  • --- xv._a_padroeira_do_reino.pdf
  • Palavras de apresentação, Afonso Lopes Vieira: In memoriam, Lisboa, Sá da Costa, 1947.
 
1948
  • Prefácio, Ao serviço d’El-Rei, de Manuel de Bettencourt e Galvão, Lisboa, Gama, 1948.
  • Palavras de apresentação, Trincheira de combate, de Manoel de Bettencourt e Galvão, Lisboa, 1948.
 
1950
  • Oferenda, Lisboa, 1950.
                 - Literatura, Arte e Língua Portuguesa no Mundo; 
                 - A Benção de Ramalho.
  • Heroísmo de caridade, Guimarães, 1950. (Separata da revista Gil Vicente.)
  • Jardim suspenso, Guimarães, 1950. (Separata da revista Gil Vicente.)
 
1986
  • Folhas do meu cadastro, Vol. II: 1926-1952 (Integral) [Continuação de: Folhas do meu cadastro, vol. 1: 1911-1925, Porto, 1945.] Em Estatocracia (1926-1932);​ Em Salazarquia (1933-1939);​ Em Ilusitânia (1940-1952).

​

Para uma bibliografia passiva de Hipólito Raposo:

1923 - António Sardinha - Hipólito Raposo​
​
1945 - Joaquim Manso, "Um Livro e um Homem (A Hipólito Raposo)", Diário de Lisboa, 17 de Fevereiro de 1945, pp. 1, 2.

1945 - José Sebastião da Silva Dias, Instantâneo, Novidades - Diário Católico de Lisboa, 3 de Abril de 1945.
1945 - C. M., "Testemunho - Folhas do meu cadastro - Um livro de memórias do Dr. Hipólito Raposo", A Voz, Lisboa, 2 de Junho de 1945.
1946 - Luís da Câmara Cascudo, "Acta diurna - O fiel Hipólito Raposo", Natal, A República, 2 de Março de 1946.
"O príncipe (D. Duarte Nuno de Bragança) ficou no "Miguel Couto" e fui vê-lo. Duas horas de conversa. A primeira pergunta: - o senhor conhece em Portugal Hipólito Raposo?"
1946 - "Folhas do meu cadastro, por Hipólito Raposo. Vol. I (1911-1925), Edições Gama, Lisboa, 1945, LXIII - 242 págs. Ilustrado",  Gil Vicente, Guimarãis, 7 e 8, Volume XXII, Julho e Agosto de 1946, pp. 123-124. 
1972 - Manuel Galvão - "Hipólito Raposo ao Serviço de Portugal", O Debate, Lisboa, 8 de Abril de 1972, p. 2.
1988 - Pinharanda Gomes, Hipólito Raposo seminarista na Guarda: 1902-1904, Guimarães, 1988. [Separata do Boletim de trabalhos históricos do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, vol. 39 (1988), pp. 33-79.]
1993 - Marcus de Noronha da Costa, Hipólito Raposo, o deportado na Graciosa, Santa Cruz da Graciosa, 1993. [Separata do Boletim do Museu de Etnografia da Ilha Graciosa, 5 (Janeiro de 1993).]
​​...nós não levantaríamos nem o dedo mínimo, se salvar Portugal fosse salvar o conúbio apertado de plutocratas e arrivistas em que para nós se resumem, à luz da perfeita justiça, as "esquerdas" e as "direitas"!

​​- António Sardinha (1887-1925) - 
Fotografia

​www.estudosportugueses.com​

​2011-2025
​
[sugestões, correções e contributos: [email protected]]