ESTUDOS PORTUGUESES
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      • Francisco Velasco de Gouveia, 1580-1659
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      • Alberto Sampaio, 1841-1908
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    • Integralismo Lusitano - Periódicos e Editoras
    • Afonso Lopes Vieira, 1878-1946 >
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    • Hipólito Raposo, 1885-1953
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        • I. A origem e a natureza da realeza tradicional portuguesa
        • II. O caráter orgânico e democrático da monarquia medieval portuguesa
        • III. A formação das instituições representativas e o papel das Cortes
        • IV. A origem das Cortes e a representação dos Concelhos
        • V. O caráter consultivo das Cortes e a soberania Real
        • VI. O pacto fundamental e a legitimidade da Monarquia
        • VII. Reflexões sobre o Estado, a Nação e o Pacto na Tradição Política Portuguesa
        • VIII. O Absolutismo, o Pombalismo e a Reação Tradicionalista
        • IX. A Legitimidade Dinástica e Institucional na História Portuguesa
        • X. O Papel das Cortes na Monarquia Nova e a Representação dos Corpos Sociais
        • XI. Crise do Estado, Crítica ao Individualismo e Perspectivas de Renovação
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Leão Ramos Ascensão, Loulé, 11 de Abril de 1903 - Lisboa, 3 de Março de 1980.

Fez os estudos liceais em Faro, colaborando em vários periódicos, como O Grito dos Novos, de que foi diretor ao lado de Francisco de Sousa Inês. O editorial n.º 1, de 18 de Julho de 1920, não assinado, apresenta ecos próximos do ideário do Integralismo, ao defender-se a descentralização política (o regionalismo) correlacionada com o antiparlamentarismo (“os partidos políticos apenas defendem os interesses de Lisboa”). Segue-se a Alma Académica, número único de homenagem a João de Deus, 8 de Março de 1922, designado como o jornal do Liceu de Faro; este exemplar, talvez tenha sido coordenado por Ascensão (Presidente da Academia e no qual assina o artigo “O Nosso Patrono”).
​
No Notícias do Algarve, propriedade do Núcleo Regional de Faro das Juventudes Monárquicas Conservadoras, Ascensão teve colaboração de Julho a Setembro de 1923. Além de identificar o ideário monárquico com o patriotismo (“Pátria e Monarquia são ideias que se confundem” - “Os Partidos”, n.º 8, 19 de Agosto de 1923, p. 1), retomou a temática antiparlamentar, e combateu a revolução francesa de 1789 e o sovietismo. Ascensão era então o presidente da Academia do Liceu de Faro (cf. n.º 1, de 1 de Julho de 1923, “A Academia e a Causa Monárquica”, p. 8). Em Outubro de 1919, o IL tinha-se afastado da obediência a D. Manuel II mas, nesse Verão de 1923, Ascensão terá ainda identificado D. Manuel II como o rei dos portugueses (“Questão de Princípios”, n.º 4, 22 de Julho de 1923, p. 1.)

Terminou o liceu no ano letivo de 1922-23, ingressando em 1923 na Universidade de Coimbra.

Assinante e divulgador da revista Nação Portuguesa, desde 1925 (3.ª Série, nº 7-8, 1925), em 1926 era secretário da Junta Escolar de Coimbra do Integralismo Lusitano e colaborador na revista Ordem Nova, onde criticou a economia liberal e a economia socialista, defendendo uma economia nova, inspirando-se em L'Économie nouvelle, de George Valois; e elogia o CADC por ocasião das bodas de prata daquela instituição estudantil de Coimbra, por onde passaram, entre outros, o integralista José Pequito Rebelo. Em 1928, era Presidente da Junta Escolar de Coimbra do Integralismo Lusitano, dirigindo a Vanguarda, órgão da Junta Escolar de Coimbra, tendo como redator principal António Abrantes Tavares e Fernando Correia Santos como editor. Em Abril, está em polémica com o presidente da Academia Republicana, Vitorino Nemésio.

Concluiu o curso de Direito em Maio de 1928 e, no início de 1929, parte para Angola onde irá dirigir os Serviços de Administração Civil. Só voltará a Portugal em 1940, mas manterá contacto com os mestres do IL, publicando em revistas como Política - Órgão da Junta Escolar de Lisboa do Integralismo Lusitano (1929-1931) ou Integralismo Lusitano - Estudos Portugueses (1932-1934), por exemplo com a recensão da obra póstuma A Prol do Comum - Doutrina & História, de António Sardinha (Lisboa, Livraria Ferin, 1934).

De retorno a Portugal, assumiu um papel destacado nas atividades dos jovens integralistas, vindo a fundar o Grupo de Ação Monárquica Autónoma (GAMA) - "Autónomo" da Causa Monárquica - com José Centeno Castanho, Fernando Amado, Francisco de Sousa Botelho de Albuquerque (3º Conde de Mangualde), José Augusto de Macedo de Campos e Sousa e Artur Eugénio Gouveia de Carvalho.

No testemunho de António Seabra (O Meu Tempo, Lisboa. 1989, p. 208), Leão Ramos Ascensão "era o mais velho, profundamente religioso, profundamente monárquico, tradicionalista rígido e austero, sempre preocupado em expurgar o grupo de influências fascistas"; Centeno Castanho "impressionava os mais novos com um estilo empreendedor e combativo"; Fernando Amado "era uma personalidade riquíssima, preocupado com o pensamento e a doutrinação política, mas também por todas as manifestações artísticas, particularmente o teatro, e ainda pelo atletismo." O GAMA lançou o Aléo. Boletim Quinzenal de Edições Gama (21 de Outubro de 1941, sob a direção de Fernando Amado) e as Edições Gama (3 de Janeiro de 1942), juntando ainda personalidades como Fernando Henrique de Aguiar e António Queiroz de Vasconcelos e Lencastre.

Leão Ramos Ascensão teve larga colaboração no Aléo:

1942 - Ano I: n.º 9, de 15 de Outubro de 1942, pp. 2 a 3;

1943 - Ano II: n.º 1, de 21 de Janeiro de 1943, p. 5; n.º 8, de 10 de Maio, pp. 1 e 2; n.º 12, de 27 de Julho, p. 2; n.º 13, de 17 de Agosto, p. 2; n.º 16, de 28 de Outubro, pp. 2 e 3.

1944 - Ano III: n.º 14, de 23 de Setembro de 1944, p. 3; n.º 18, de 20 de Novembro, pp. 1 e 2; n.º 21, de 20 de Março de 1945, pp. 5 e 6.

1946 - Ano IV: n.º 16, de 12 de Janeiro de 1946, p. 2; n.º 17, de 19 de Janeiro, p. 3; n.º 18, de 26 de Janeiro, pp. 1 e 6; n.º 19, de 2 de Fevereiro, p. 3; n.º 21, de 16 de Fevereiro, pp. 1 e 6; n.º 25, de 16 de Março, p. 6; n.º 26, de 23 de Março, p. 6; n.º 27, de 30 de Março, p. 1; n.º 28, de 6 de Abril, pp. 1 e 7; n.º 30, de 20 de Abril, p. 1; n.º 34, de 18 de Maio, p. 1; n.º 36, de 1 de Junho, pp. 1 e 6; n.º 37, de 8 de Junho, p. 1; n.º 39, de 27 de Julho, p. 1; n.º 40, de 3 de Agosto, p. 1; n.º 41, de 10 de Agosto, p. 1; n.º 43, de 24 de Outubro, p. 1 e pp. 1 e 4; n.º 44, de 7 de Novembro, pp. 3 e 6; n.º 45, de 21 de Novembro, pp. 4 e 7, 5 e 6; n.º 46, 5 de Novembro, pp. 5 e 7; n.º 47, de 26 de Dezembro, p. 5.

1947 - Ano V: n.º 49, de 13 de Fevereiro de 1947, pp. 2 e 6; n.º 50, de 27 de Fevereiro, pp. 1 e 2; n.º 51, de 13 de Março, pp. 1 e 7; n.º 52, de 27 de Março, p. 3. 

Leão Ramos Ascensão veio a assumir a direção interina do Aléo no Ano V, nº 43, de 24 de Outubro de 1946; e de diretor desde o n.º 45 ( 21 de Novembro de 1946) até ao último número disponível da Biblioteca Nacional (15 de Maio de 1947).

No âmbito da Ação Católica Portuguesa, foi presidente da Liga Católica e do Conselho Superior das Conferências de São Vicente de Paulo.

​Fez parte do conselho privado do Duque de Bragança.

​Foi agraciado com a comenda da Ordem do Infante D. Henrique.

Morreu, em Lisboa, no dia 3 de Março de 1980.


Bibliografia
  • 1920 - O Grito dos Novos, nº 1, 18 de Julho de 1920, como diretor da publicação. (BNL: O Grito dos Novos: semanário independente / Dir. Leão Ramos Ascensão, Francisco de Sousa Inês: ed. Manuel Gonçalves Rocheta. - A. 1, nº 1 (18 jul. 1920). - Loulé: Manuel Gonçalves Rocheta, 1920. - 43 cm)
  • 1922 - "O Nosso Patrono", Alma Académica, Jornal do Liceu de Faro, número único de homenagem a João de Deus, 8 de Março de 1922.
  • 1923 - “A Academia e a Causa Monárquica”, Notícias do Algarve, nº 1, 1 de Julho de 1923, p. 8.
  • 1923 - “Questão de Princípios”, Notícias do Algarve, n.º 4, 22 de Julho de 1923, p. 1.
  • 1923 - “Os Partidos”, Notícias do Algarve, n.º 8, 19 de Agosto de 1923.
  • 1923 - " ????", Notícias do Algarve, n.º 10, 2 de Setembro de 1923.
  • 1926 - "As bases da economia nova", Ordem Nova, nº 1, Março de 1926, p. 26 ss.
  • 1926 - "O C.A.D.C. de Coimbra", Ordem Nova, 4 e 5, Junho-Julho de 1926, p. 152 ss
  • 1926 - O Fascismo, o Antifascismo e a Monarquia Hereditária, Coimbra, Imprensa Académica.
  • 1928 - “Uma grande iniciativa. O Instituto de Estudos Coloniais”, Vanguarda, n.º 1, 25 de Fevereiro de 1928. 
  • 1928 - “O Nosso Nacionalismo”, Vanguarda, n.º 2, 3 de Março de 1928, pp. 1 e 2.
  • 1928 - “Ilda Stichini” e “Palavras Claras”, Vanguarda, n.º 3, 10 de Março, pp. 1 e 4. 
  • 1928 - “Um papel” e “Uma explicação”, Vanguarda, n.º 4, 17 de Março, p. 4. 
  • 1928 - “Para terminar”, Vanguarda, n.º 5, 24 de Março, p. 1.
  • 1928 - “A Academia… Republicana”, Vanguarda, n.º 5, 24 de Março, p. 2.
  • 1928 - “O Integralismo e os partidos - I, Vanguarda, n.º 6, 21 de Abril, p. 4.
  • 1928 - “O Integralismo e os partidos - II, Vanguarda, nº 7, 28 de Abril, p. 2.
  • ​1928 - “Um Reforço”, Vanguarda, nº 7, 28 de Abril, p. 4.
  • 1928 - “O Integralismo e os partidos - III, Vanguarda, nº 8, 5 de Maio, p. 3.
  • 1929 - "Traição de Gomes Freire", Política, nº 1, 15 de Abril de 1929, pp. 9-10.
  • 1943 - O Integralismo Lusitano, Lisboa, Edições Gama.
  • 1949 – Tradução, Conde de Paris, A Monarquia de Amanhã, Lisboa, Tip. Gráfica Santelmo.
  • 1950 - “A Democracia pela Educação”, Cidade Nova, I Série, n.º 5-6, Maio-Julho de 1950, pp. 295-300. 
  • 1950 - Da Falsificação à Autenticidade, Separata da Revista Brotéria, 50, Porto, Tip. Porto Médico.
  • 1971 – Tradução, Alfred Angel, Nós e o pobre (Le Sens du pauvre) , Lisboa, Sociedade de S. Vicente de Paulo.

Bibliografia passiva
  • António Seabra, O Meu Tempo, Lisboa. 1989.
  • A. Paulo Dias Oliveira, «2. Leão Ramos Ascensão e o Integralismo Lusitano», Cultura [Online], Vol. 29 | 2012, posto online no dia 11 novembro 2012, consultado em 2 de Dezembro 2023. URL: http://journals.openedition.org/cultura/1154; DOI: https://doi.org/10.4000/cultura.1154

Refs:
  • "Concentração Nacional Vicentina ", Voz da Fátima, nº 531, 13 de Dezembro de 1966, p. 2 (pdf)
​​...nós não levantaríamos nem o dedo mínimo, se salvar Portugal fosse salvar o conúbio apertado de plutocratas e arrivistas em que para nós se resumem, à luz da perfeita justiça, as "esquerdas" e as "direitas"!

​​- António Sardinha (1887-1925) - 
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